Projeto Alimentação Saudável

Trabalhar com o Projeto Alimentação Saudável na educação infantil foi divertido e de muito aprendizado, pois é  desde a infância que se cria os bons hábitos alimentares para uma vida inteira, e cabe a nós, educadores e pais, encaminhar nossas crianças nesse sentido, para que sejam fortes, saudáveis e que tenham consciência de uma boa alimentação.

 

No Projeto Alimentação Saudável tivemos cozinha experimental com a turma do Jardim II A.👇🏻

 

No Projeto Alimentação Saudável tivemos palestra com a Nutricionista Késia Medeiros de Souto.👇🏻

Fizemos hoje a experiência do solo na turma de 4º ano, matutino.

Durante duas semanas os alunos irão observar os três potes é verem o que acontece quando entregamos algo no solo.

Vamos observar?

 

 

 

Jardim II na aula de psicomotricidade

As crianças iniciam trabalhando o equilíbrio e a coordenação motora básica ao agachar, levantar, caminhar de forma a desenvolver também o cognitivo por meio da percepção motora.

Maternal I na aula de psicomotricidade

Aula de Psicomotricidade dos alunos da tia Karina do Maternal I.

As crianças estão desenvolvendo o trabalho de coordenação motora e durante a aula elas sempre se ajudam de forma carinhosa e com muita alegria. Todo o trabalho com esta turminha envolve muita ludicidade, assim elas interagem por meio das atividades motoras e brincadeiras.

Vejam algumas fotos:

O Projeto ESCOLA iniciou dia 7 de fevereiro, e finalizou no dia 12 de fevereiro, véspera do aniversário de 32 anos do Colégio Pró-futuro.

Aproveitando a culminância do projeto e a comemoração do aniversário, nossa diretora Juliene, contou brevemente a história do colégio aos alunos e em seguida, cantamos parabéns, comemos um delicioso bolo e bebemos suco.

O período do projeto foi de muitas descobertas para os alunos e de muita satisfação para os professores e funcionários do colégio.

Estudo sobre o Ambiente Escolar

Iniciamos o ano estudando sobre o ambiente escolar.

No primeiro momento, os alunos fizeram uma pesquisa de como foi o início das escolas no Brasil. Na pesquisa, surgiram nomes dos Jesuítas e Getúlio Vargas que gerou nova pesquisa sobre Quem foram. Apresentaram em sala de aula. No segundo momento, estudaram a história da escola que estudam: Colégio Pró-Futuro e fizeram entrevista com funcionários da escola com as seguintes perguntas:

  • Nome do funcionário;
  • Qual atividade realiza na escola;
  • Quantos anos trabalha na escola;
  • Se gosta de trabalhar na escola e porque;
  • E por último, pediram um conselho para os alunos.

De volta em sala, cada um apresentou sua entrevista e compararam as respostas.

Vejam algumas fotos:

Estudando a água

Os alunos do 4° ano A estão estudando que a água é um solvente universal. Com a professora Priscila, fizeram experiências em sala de aula com o objetivo de identificar os dois processos de separação de misturas: decantação e filtração! 💧💧💧
#água #Ciências #separaçãodemisturas

Falando sobre brinquedos.

Quando falamos sobre brinquedos e brincadeiras imaginamos crianças exercendo atividades lúdicas, envolvidas em harmonia e integração social.

Durante esses momentos, ou seja, quando brincam, adquirem valores, aprendem compartilhar, internalizam limites e regras, manifestam responsabilidades, etc.

Os brinquedos são instrumentos importantes para o processo educativo, pois através deles a criança passa despercebida por esse processo, transformando suas ações, seguindo exemplos de seus companheiros, arriscando-se por um objetivo final.

Na hora de comprar os brinquedos, os adultos não podem se esquecer de observar as questões de qualidade dos mesmos, o que podem oferecer e ensinar, se têm algum perigo ou não.

A infância é a base para se atingir uma vida adulta saudável. Brinquedos mal escolhidos poderão comprometer o futuro dos mesmos, pois muitos não trazem desafios, sendo mais um instrumento que leva à apatia. Escolhê-los é uma forma de mostrar comprometimento com o futuro dos pequenos, com a construção de um cenário que esteja de acordo com seus direitos.

Alguns conceitos podem ser avaliados na hora de escolher os brinquedos:

– Respeitar a idade da criança com a idade de adequação do brinquedo – muitos pais consideram os filhos pequenos gênios, oferecendo jogos que exigem uma etapa do pensamento mais avançada;

– Evitar oferecer jogos e brinquedos que não estimulam a criatividade – jogos que trazem ideias prontas não proporcionam desafios, não aguçam a curiosidade;

– Escolher brinquedos que não oferecem perigos;

– Para as crianças, o mundo real está vinculado com o imaginário, não conseguindo separá-los. Por isso acreditam nos comerciais televisivos, na apresentação de seus produtos e brinquedos;

– As relações vinculares que a criança presencia durante o brincar, os vínculos que estabelece com os brinquedos, ajudarão na construção do seu equilíbrio emocional e em suas relações afetivas;

– É importante demonstrar que ser é mais importante do que ter;

– Brinquedos artesanais estimulam mais o pensamento e a criatividade;

– Procurar não valorizar jogos de videogame ou televisão, pois o jogo, o desenho e a leitura também proporcionam prazer.

O importante é valorizar os brinquedos que possam acrescentar novas aprendizagens, agregando valores éticos para os pequenos.

Fonte:  Brasil Escola.

Os dados do Pisa, avaliação internacional de estudantes feita pela OCDE em 65 países, são desanimadores para o Brasil.

Estamos mal em todas as áreas: matemática, leitura e ciência.

Dessas, a  área científica é a que mais preocupa. É em ciência em que vamos pior — e não melhoramos desde o último Pisa, de 2009.

O Brasil em 59º lugar na lista da avaliação de ciência, atrás de países como Cazaquistão, Jordânia e Malásia.

Na tentativa de entender esses dados, a especialista da PUC-SP, Ana Lúcia Manrique, que é coordenadora de uma pós-graduação em educação matemática, fez uma pergunta bastante interessante:

“Por que os nossos alunos não querem ser cientistas?”

A especialista lembrou que a curiosidade faz parte da infância. Ou seja: o gosto pela ciência é quase natural.

O problema é que a escola no Brasil é tão ruim que acaba tendo um efeito contrário. Ao invés de se apaixonarem por ciência, os meninos e meninas acabam se distanciando dela.

A física perde a beleza da astronomia, por exemplo, e vira aplicação de fórmulas. A biologia e a química são ensinadas na lousa e giz. Os alunos não colocam a mão na massa.

Quanto menos brasileirinhos interessados, apaixonados e se dando bem em ciência, menos  engenheiros, geólogos, biólogos, oceanógrafos teremos no futuro.

E, nossa, o Brasil carece demais desses profissionais.

Não é por acaso que China, Japão e Cingapura, berço da inovação da atualidade, estão no topo da lista de desempenho dos países em educação científica.

As crianças desses países, sim, querem ser cientistas. E as nossas?

Você consegue citar, num piscar de olhos, um professor ou uma experiência que tenha marcado profundamente a sua experiência na escola? Se não consegue, não se preocupe: você faz parte de um enorme grupo de pessoas que passou por uma escola em que professor, aluno e conteúdo não conseguem se conectar.

O problema é que a educação nesse modelo simplesmente não funciona: vira um processo burocrático, árduo e complicado. Quem trata disso é a educadora finlandesa e consultora em educação Anu Passi-Rauste, especialista que conheci durante a pesquisa que estou fazendo nos EUA. De acordo com ela, a educação de qualidade é aquela que toca os alunos profundamente. Ou seja: o aluno estuda porque está motivado, emocionalmente engajado, vê lógica e utilidade naquilo que está aprendendo.

Lá na Finlândia, país com indicadores de educação invejáveis, os professores conseguem criar esse ambiente em sala de aula porque têm autonomia. Eles podem, por exemplo, decidir se vão ensinar matemática usando a lousa ou peças de lego, dependendo do perfil da turma que estão ensinando. Isso é possível porque as escolas têm recursos e os professores são altamente qualificados. Para dar aula em uma escola finlandesa é preciso ter graduação, mestrado e estágio docente. O professor ganha bem e é valorizado na sociedade. Todo mundo quer ser professor!

Em cenários adversos, como no Brasil, esse processo criativo e acolhedor em sala de aula também é possível. Já tratei disso quando contei a história da Jonilda Ferreira, professora de matemática de uma escola pública do sertão de Pernambuco que faz vaquinha e leva os alunos na pizzaria para ensinar fração. “Se não for assim, desenho fração na lousa e ninguém entende nada”, diz. Resultado? A cidade é campeã nacional em medalhas nas olimpíadas de matemática promovidas pelo Impa.

LIGAÇÃO AFETIVA

Quando conversei com os alunos da professora do Nordeste, eles demonstraram uma enorme ligação sentimental com a professora. E vice-versa. Jonilda atua como uma mentora dos seus aluninhos –o que, de acordo com a especialista finlandesa, é fundamental no processo de aprendizado. “Muita gente cita o nome de um professor específico quando pergunto sobre experiências marcantes na vida escolar”, conta.

Jonilda, claro, é exceção no Brasil. Ganha R$ 1,5 mil ao mês e conta que mal consegue pagar suas contas. Faz todo esse sacrifício por amor à educação.

A pergunta que fica: como construir um cenário educacional em grande escala de modo que todos os docentes tenham o perfil da Jonilda –com formação, estrutura e salários finlandeses?  A própria Passi-Rauste está tentando encontrar uma resposta.

A educação “personalizada” funciona na Finlândia porque lá há muito dinheiro e pouca gente (a população da Finlândia equivale à metade da cidade de São Paulo). Mas como criar escolas acolhedoras, com docentes autônomos e engajados, junto com alunos e com gestores, em um contexto em que é preciso educar mais de 50 milhões de estudantes, como é o caso do Brasil?

 

 

 

 

Fonte: abecedario