O desenvolvimento escolar de um aluno depende de vários fatores, sendo a leitura considerada um dos principais e que deve ser trabalhada constantemente no processo educacional.
Um dos primeiros desafios que o aluno enfrenta no processo de ensino e aprendizagem é o desenvolvimento da leitura. Ou seja, apresentar um bom desempenho na alfabetização é peça chave para a evolução de todo estudante.

Apesar dessa importância, os professores têm encontrado em suas turmas, muitas vezes já em níveis mais elevados, alunos com sérios problemas de leitura, bem como de interpretação do que se lê. Após tornar-se comum entre professores, problemas como esses questionamentos começaram a surgir.

Em virtude da ênfase que é dada a determinado distúrbio na sociedade como um todo, muitos profissionais pecam ao diagnosticar precocemente as pessoas.
Nesse caso em especial, muitas vezes professores por falta de conhecimento passaram a rotular maus leitores como disléxicos e vice-versa.

Partindo desse pressuposto, no intuito de auxiliar professores e até mesmo pais ou responsáveis pela formação de certo indivíduo, ressaltamos algumas questões importantes e que devem ser de conhecimento desses, com a finalidade de alertar e principalmente identificar até que ponto, por exemplo, o aluno apresenta-se como mau leitor ou indivíduo disléxico. Uma vez que essas são abordagens com significados totalmente diferentes:

É fundamental, na posição de profissionais de ensino, saber definir a dislexia como uma dificuldade na aprendizagem, mais precisamente na leitura, compreender que o indivíduo disléxico apresenta-se como um mau leitor potencialmente elevado, mesmo conseguindo realizar a leitura com lentidão e sofrimento. Porém, salienta-se que o indivíduo que exerce uma má leitura não deve ser imediatamente encarado como um mau leitor, é necessário observação para possivelmente diagnosticar a dislexia.

Segundo o estudioso Vicente Martins, eis então um ponto importante colocado e que se trata de uma reflexão enriquecedora para educadores: “Assim, poderíamos dizer que todo disléxico é realmente um mau leitor, mas nem todo mau leitor é disléxico.”

Reflexões como essa impede muitas vezes que alunos sejam rotulados por distúrbios ou dificuldades de aprendizagem incoerentes com o problema real, levando o professor a ajudar esse aluno de acordo com a verdadeira necessidade, aplicando práticas e condutas pedagógicas que irão cada vez mais somar e auxiliá-lo de acordo com as reais necessidades presentes.

Vale lembrar ainda a importância de pais e educadores estarem preocupados e atentos para encontrar indícios de dislexia em seus filhos e alunos que num primeiro momento apresentam-se normais, possibilitando diagnosticar precocemente desde os primeiros anos de educação infantil ( 4 a 5 anos), uma vez que o diagnóstico tardio, no ensino fundamental (8 a 9 anos) geralmente tende a desenvolver na criança perturbações emocionais e lingüísticas.

 

 

 

 

Fonte: Brasil escola

Descobrindo as palavras.

A partir de um ano de idade as crianças iniciam seus primeiros diálogos, feitos com poucas palavras. Isso acontece em razão da ligação afetiva estabelecida pelos pais com as mesmas, quando num simples gesto reproduzem os sons dos brinquedos, imitam animais, cantam canções de ninar que servem de estímulos para o desenvolvimento da linguagem oral.

Quanto mais estímulos externos a criança receber, maior será a sua facilidade para se comunicar, mas desde que esses venham de um contato direto e interessante para as mesmas.

Muitas crianças que tem contato desde muito cedo com a televisão, mas que não são estimuladas a falar, a cantar e a reproduzir outros sons, demoram a se comunicar, já que a televisão não serve de estímulo por falta de afetividade na comunicação. Somente os programas que encantam as crianças podem auxiliar na aprendizagem da comunicação, pois possuem estímulos visuais bem como auditivos para isso. Mas é bom lembrar que cansam e logo a criança perde o interesse, buscando outras brincadeiras.

Existem crianças que não desenvolvem bem a fala, pois são estimuladas a fazê-la de forma incorreta, percebem que chamam a atenção e todos acham bonitinho, ou mesmo com pais que identificam os códigos de comunicação que vão estabelecendo. Apontar para um filtro significa que quer água, gemer e apontar para a televisão quer dizer que está pedindo para ligá-la, quando vai deixando de se comunicar verbalmente. O interessante seria que os adultos a ajudassem a falar, incentivando-as através das perguntas, como se não entendessem os códigos apontados.

 Nessa idade é de fundamental importância que a criança receba estímulos de todos que a cercam, pois tudo o que ouve a levará a construir sua forma de comunicação. Se ouvir pessoas falando errado, construirá uma forma de falar também errada, se ouvir de forma correta, seguirá o mesmo exemplo.

Os pais devem ficar atentos com as pessoas que tem contato direto com as crianças, que conversam com elas no cotidiano, a fim de não permitir que erros se tornem comuns no vocabulário das mesmas. Porém, não devem fazer correções em excesso, pois podem inibir a criança, passando a achar que está errada o tempo todo e que não está agradando. Tudo em excesso é prejudicial, inclusive a correção das palavras.

As correções devem aparecer de forma a não ferir a auto-estima da criança. Quando esta disser uma palavra errada, apenas a repita de forma correta, dando a oportunidade para a criança perceber a diferença. Não há a necessidade de ficar mandando a criança repetir a palavra até que esta saia de forma correta, pois esse hábito é chato e cansativo.

Aos poucos, com o exercício da linguagem, as crianças vão enriquecendo seu vocabulário através dos pequenos diálogos, passando a se comunicar melhor.

Outro grande estímulo para o desenvolvimento da fala é quando a criança passa a freqüentar a escola.

Na sala de aula, as crianças são estimuladas através da narração de histórias, das rodas de conversa, das músicas cantadas, parlendas e trava línguas, nas tentativas de contar pequenos fatos do cotidiano, dando coerência aos mesmos, etc.

Na hora das brincadeiras também exercitam o vocabulário, pois costumam narrar o que estão fazendo e combinar as etapas seguintes das brincadeiras com seus colegas, além de compartilhar momentos de intensa sociabilização. Assim, vão internalizando essas aprendizagens e conseguindo repeti-las, recurso que usará por toda a vida.

Fonte: Brasil Escola

A indisciplina gerada no ambiente escolar tem sido alvo de vários questionamentos por parte dos profissionais da educação, pois tornou-se um dos entraves diante deste processo, no que se refere ao fazer pedagógico como um todo.

O educador parece não dispor mais da devida autonomia dentro da sala, enfrentando problemas como falta de respeito, baixo rendimento da turma e falta de interesse em relação aos conteúdos ministrados.

Frente a esta realidade que o cerca, ele, no objetivo de solucionar a questão, acaba apostando em metodologias frustradas e ineficazes.

Uma delas é o castigo como forma de repressão, cujo resultado, muitas vezes, é a própria repulsa por parte do educando, instaurando com isso um clima de competitividade entre a convivência, no qual nada contribui para que a problemática seja amenizada.

Diante disso, torna-se interessante repensar sobre a atuação docente, uma vez que a indisciplina pode ter raízes na relação professor X aluno. O fato se comprova partindo do princípio de que o relacionamento pautado no respeito mútuo e na cooperação são requisitos básicos para a concretude dos objetivos almejados.

Para isto, algumas medidas tendem a colaborar para a eficácia dos resultados com base nos seguintes princípios:

# Diante de um problema surgido em sala, o aluno espera o dinamismo, a autenticidade do professor frente às tomadas de decisões, sem que estas impliquem a participação de algum membro relacionado à parte administrativa da entidade, como diretor, coordenador pedagógico, entre outros.

# Procurar manter a autoridade sem demonstrar autoritarismo é imprescindível para que o aluno se sinta “sujeito” de sua própria vivência, onde o respeito será algo conquistado paulatinamente, não algo imposto por meio de regras previamente determinadas.

# Promover situações-problemas, propiciando um clima de reflexão a respeito de “possíveis” conflitos, procurando sempre fazer com que os educandos se coloquem no lugar da pessoa afetada. Tal medida aprimora o caráter e a personalidade, como também valoriza a importância do poder de decisões.

Enfim, frente a esta postura, não significa que o educador deve se redimir do seu verdadeiro papel, possibilitando com isso a desordem, mas que no mínimo sua didática esteja adequada ao universo de seu público-alvo e que suas relações estejam voltadas a favorecer gradativamente um ambiente de respeito e reciprocidade, com base em princípios morais e éticos.

 

 

 

 

 

Fonte: brasil escola

Como estimular a leitura.

A educação e sua qualidade estão ligadas diretamente à leitura, alunos e pessoas em geral que têm o hábito de ler são mais instruídas e informadas em relação a diversos temas.

Além disso, escreve bem quem lê bastante, no Brasil as pessoas são desprovidas de oportunidades e informação acerca da importância da leitura, acima de tudo, isso é uma questão cultural.

Diante da realidade negativa quanto à incidência de leitura pelas pessoas, cabem aos pais e professores orientar e buscar maneiras que incentivem a sua prática. A seguir algumas sugestões que podem motivar ou estimular a leitura.

– Criação de um espaço específico para leitura na escola, especialmente direcionado para alunos do ensino infantil e fundamental.

– Implantação de uma biblioteca construída com a participação dos alunos e acompanhamento do mediador, no caso, o professor. O trabalho de montagem da biblioteca pode ficar por conta dos alunos em todas as etapas, como catalogar o acervo e organização dos mesmos. Os textos que vão compor a biblioteca devem ser ecléticos, ou seja, devem abordar diferentes temas e assuntos, além de diversificar quanto ao estilo (jornalístico, crônicas, científicos, bulas, publicitários, parlendas, adivinhas, cantigas, oriundos de livros, revistas, jornais, periódicos, gibis entre outros). É importante que o acervo permaneça acessível às crianças.

– Abrir espaços para que os alunos apresentem as idéias acerca do conteúdo das obras lidas, essas podem ser expressas oralmente e também através de figuras, desenhos, pinturas, esculturas e muitas outras.

– Implantação de projetos sobre leitura, elegendo alunos escritores, receber nas dependências da escola o autor de um livro do qual os educandos já leram uma obra.

– Confeccionar um mural onde se coloca notícias em forma de jornal, as informações devem ser oriundas do ambiente escolar.

– Conscientizar os alunos de que a leitura deve ser algo diário e indispensável, assim como beber água, praticar esportes, academia entre outras atividades cotidianas.

– Criar na escola o “clube da leitura”.

– Em casa os pais devem realizar leitura junto com os filhos para que esses vejam a prática como algo que faz parte de sua rotina, e assim tome gosto pela mesma.

 

 

Fonte: Brasil escola

O resultado positivo mediante os objetivos propostos norteia o perfil profissional de todo educador. Ele se propõe a estabelecer uma estreita ligação entre os educandos de modo que esses apreendam os conteúdos de forma satisfatória.

Todavia, como nem tudo é realizado de forma homogênea, existe este ou aquele aluno que não consegue superar as expectativas apresentadas. É chegado, portanto, o momento de o educador rever suas técnicas de aplicação no que se refere à didática aplicada, avaliar a relação dentro do contexto de sala de aula, entre outras medidas.

Um fator recorrente de extrema relevância nesta tarefa é partir do princípio de que o aluno sempre deve ser visto como um “todo”, ou seja, ele é fruto, antes de tudo, de um convívio familiar, de um círculo de amizades, para depois tornar-se alguém que se propõe a receber a educação formal.

Em virtude disso, o ato de avaliar torna-se muito mais complexo do que realmente parece, pois é por meio desse que o educador se norteará no propósito de traçar suas metas rumo ao sucesso almejado.

Para isto, torna-se imprescindível que o educador faça o uso correto desta ferramenta, afim de que a mesma não se torne instrumento de punição e nem seja algo de caráter desclassificatório, mas sim como uma análise do desempenho em relação ao ensino X aprendizagem.

De posse de todo esse procedimento em relação ao conceito sobre a avaliação, uma vez que esta representa um processo contínuo e sistemático, resta-nos entender um pouco mais sobre as modalidades em que os objetivos deverão ser aplicados.

Para tal, discutiremos sobre a avaliação Diagnóstica, Formativa e Somativa, respectivamente:

A avaliação Diagnóstica se dá num primeiro estágio mediante o contato estabelecido entre Educador X Educando, ou seja, ele avaliará o nível de conhecimento da turma em relação a conteúdos já ministrados, isto é, se possuem os pré-requisitos para a aquisição de novos conhecimentos, e o que é mais importante, se possuem aptidão para dominá-los posteriormente. Esse procedimento facilitará os caminhos a serem traçados pelo educador no objetivo de atingir os objetivos propostos.

A Formativa é aquela que, como o próprio nome já diz, faz parte da proposta pedagógica de toda instituição de ensino, a qual pauta-se por avaliar o nível de rendimento dos alunos frente aos conteúdos ministrados.

Desta feita, é de extrema importância que o educador não procure estigmatizar aqueles que não alcançaram a meta desejada, e sim procure detectar as possíveis “falhas”, oferecendo-lhes oportunidades de crescimento.

A outra é a chamada Somativa, de caráter classificatório, onde serão computados todos os resultados referentes ao ano letivo em relação ao nível de aprendizagem, consistindo, portanto, na promoção ou não, para as séries vindouras.

Fonte:  Brasil escola

Autoestima.

A autoestima é a forma geral de como a pessoa se avalia, se gosta e se tem boa aceitação de si mesma.

A base para se ter uma boa auto-estima é a disponibilidade da família, principalmente dos pais, em atender os filhos de forma que estes sejam valorizados, respeitados e incentivados a crescer.

Seu funcionamento é como uma mola que impulsiona o sujeito para o sucesso, podendo levá-lo ao fracasso quando não é desenvolvida de forma positiva.

Isso acontece em casos da criança não se sentir amada, nos quais esta recebe somente críticas, broncas, apanha e nunca encontra espaço para agir conforme sua vontade, ou seja, não é respeitada em sua liberdade de escolha.

A criança precisa perceber que é amada, que é importante para seus pais, e essa comunicação deve fazer parte de suas vidas, onde as relações de afeição apareçam, o que lhe proporcionará maior segurança para enfrentar a vida.

Alguns pais agem de forma que não conseguem mostrar o seu amor ou interesse pelos filhos, causando-lhes autoestima baixa. Estes passam a acreditar que não são bons, que são pessoas más e passam a atuar com atitudes que reforcem ainda mais essa imagem negativa.

Estar fisicamente juntos, mas mentalmente afastados, é uma atitude que demonstra desinteresse pelos filhos, deixando-os tristes ou se comportando a fim de chamar a atenção dos pais.

Fazer críticas não é errado, mas é uma forma de mostrar aos filhos que suas atitudes não estão corretas, por isso estas devem se relacionar às atitudes e não à pessoa. Nesses casos, é comum vermos pais xingando os filhos de preguiçosos, chatos, incapazes, o que também contribuirá negativamente com sua autoestima.

O melhor é que tenham cuidado em não manter as atenções somente para as deficiências dos filhos, em suas falhas, pois poderá causar a perda do amor. O essencial é manter o bom senso e dar-lhes a chance de acreditar em si mesmos.

Fonte: Brasil escola

Afetividade entre pais e filhos.

A afetividade entre pais e filhos é coisa que cresce ao longo do tempo, através do envolvimento que ambos vão tendo no cotidiano de suas vidas.

Com a vida moderna, a correria do nosso cotidiano, como o excesso de trabalho, faz com que as relações entre pais e filhos se estreitem cada vez mais. Mas isso não é problema quando há qualidade nos momentos em que estão juntos.

Algumas atitudes podem auxiliar na formação de um bom vínculo afetivo, nos mais simples e diversos fatos do dia-a-dia.

Todos os dias, ao chegar do trabalho, os pais devem buscar os filhos, tentando mostrar para eles que mesmo não estando presente o tempo todo, se preocupam com as coisas de suas vidas. É importante que conversem, trocando informações de como foi o dia de cada um, o que sentiram ao ficarem afastados, como transcorreram as coisas, etc.

Ouvir é uma atitude importante para quem quer demonstrar atenção, bem como conversar olhando nos olhos dos outros. É comum acharmos que conhecemos tudo dos filhos, das suas vidas, mas interrompê-los numa conversa é uma atitude que os deixa chateados. Por isso, nos dedicarmos a esses momentos é uma forma de comprovar atenção e carinho.

Demonstrar interesse por suas atividades escolares também é uma forma de aproximação. Os pais devem manter esse tipo de diálogo todos os dias para que os filhos sintam-se amparados, seguros de que alguém se preocupa com eles.

Com as modernidades do mundo high tech fica fácil participar da vida dos filhos, mesmo estando longe por alguns períodos. Uma ligação de surpresa, para saber se está tudo bem, os deixará muito feliz. Mensagens de celular também é uma maneira de manifestar preocupação e cuidado, porém, os excessos podem fazer com que os filhos sintam-se vigiados.

Valorizar as qualidades dos mesmos também ajuda muito nas relações afetivas. A criança ou jovem que recebe elogios tem sua auto-estima elevada, sentem-se mais capacitados e seguros para realizar suas atividades.

Compartilhar as atividades domésticas também é uma boa forma de manter os laços entre pais e filhos. Os pais poderão pedir que estes ajudem ou que fiquem por perto para irem conversando enquanto trabalham. Momentos na cozinha reforçam as relações entre todos os familiares. À mesa, poderão compartilhar ótimos momentos de prazer, com conversas muito agradáveis e produtivas.

O importante é que os pais consigam demonstrar o quanto amam os filhos, mesmo não estando perto deles por todo tempo e, nos finais de semana, aproveitar para compensar essa ausência (,) programando diversões em que possam ficar juntos.

Fonte: educador brasil escola

Quando um casal tem filhos que já estão na escola, sem querer voltam a ter contato com esse mundo. Mesmo estando muito tempo sem estudar, eles passam a vivenciar novamente os eventos provenientes do ambiente escolar, especialmente no início das aulas, período em que acompanham os filhos mais efetivamente. Com o intuito de dinamizar, organizar e facilitar o ingresso no ano letivo, a seguir algumas dicas para essa época de volta às aulas que poderão valer também para o decorrer do ano:

• Incentivar as crianças a acordar mais cedo alguns dias antes das aulas começarem, para que se adéquem à realidade que lhes espera. Isso porque crianças e adolescentes tendem a dormir até mais tarde em períodos de férias.

• Orientar o filho na organização preliminar dos objetos que serão usados no dia seguinte, tais como: canetas, livros, cadernos, agendas, além de todas as peças do uniforme escolar. Isso pode evitar contratempos, atrasos e inconvenientes, como ter que voltar em casa para buscar algo esquecido (trabalhos, objetos, lanche, entre outros).

• Motivar aqueles alunos que temem o retorno à escola, isso ocorre na maioria dos casos com crianças pequenas. O melhor é dizer que na escola têm brincadeiras, colegas, além disso, deixe que ele escolha os materiais no ato da compra, isso com intuito de envolvê-lo e incentivá-lo.

• Estipular um tempo para todas as atividades, como descanso, videogame, estudar, assistir televisão, praticar esportes e demais atividades. A implantação de horários promove a disciplina da criança, que mais tarde se tornará um adulto organizado e responsável.

• Ajudar nos trabalhos e atividades de casa, a participação dos pais é fundamental para a realização das mesmas, tendo em vista que os alunos adiam ao máximo, muitas vezes ficam sem fazer. Lembrando aos pais que devem orientá-los durante as atividades, no entanto, sem fazer para o filho.

 

Fonte: educador brasil escola

Os benefícios das aulas de música são vistos desde os primeiros anos escolares.

A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma espécie de modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico.

Segundo estudos realizados por pesquisadores alemães, pessoas que analisam tons musicais apresentam área do cérebro 25% maior em comparação aos indivíduos que não desenvolvem trabalho com música, bem como aos que estudaram as notas musicais e as divisões rítmicas, obtiveram notas 100% maiores que os demais colegas em relação a um determinado conteúdo de matemática.

Com base em pesquisas, as crianças que desenvolvem um trabalho com a música apresentam melhor desempenho na escola e na vida como um todo e geralmente apresentam notas mais elevadas quanto à aptidão escolar.

A valorização do contato da criança com a música já era existente há tempos, Platão dizia que “a música é um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro”.

Hoje é perfeitamente compreensível essa visão apresentada por Platão, visto que a música treina o cérebro para formas relevantes de raciocínio.

Eis então uma reflexão para pais e principalmente educadores, buscando inserir a música no seu planejamento, bem como criar estratégias voltadas para essa área, incentivando a criança a estudar música, seja através do canto ou da prática com um instrumento musical, isso desde a educação infantil.

 

 

 

 

Fonte: educador brasil escola

Formar bons filhos e alunos é uma tarefa difícil, porém não é impossível. O que dificulta é a falta de preparo principalmente dos educadores em orientar os pais e conseqüentemente dos pais em orientar seus filhos.

Ou seja, é um efeito dominó no qual deve acontecer uma sincronia entre todos os elementos, pois qualquer deslize pode provocar a queda de todos, ocasionando o fracasso em relação ao que lhes é de responsabilidade.
A real preocupação é de como os pais devem proceder de forma que o filho realize as lições de casa de forma proveitosa.
Vocês enquanto pais ou responsáveis acreditam que orientam seus filhos de forma positiva contribuindo para o desenvolvimento ideal das lições de casa?
Será que na posição de educador já parou para refletir a respeito da existência de condutas adequadas que devem ser seguidas de forma que venham propiciar o sucesso do seu aluno?

Segundo pesquisas realizadas, boas novas chegam para pais e educadores. Baseado em um levantamento com adolescentes, a maioria dos jovens de hoje mostra interesse significativo em relação aos estudos e questiona a qualidade de ensino, fator relevante para pais e educadores que demonstram a nova determinação da atual geração de estudantes.

Ressalta-se que o bom desempenho de um aluno depende em primeiro lugar da motivação, mais do que da capacidade intelectual.

Levando em conta a importância de orientar o aluno para obter um bom desempenho nos estudos, tanto na sala de aula quanto no ambiente escolar, segue uma lista contendo dicas que podem auxiliar pais e educadores a contribuir para tal sucesso.

No ambiente familiar:

• Escolher um bom local de estudos, de preferência ventilado, claro, com luz natural, sem barulhos e distrações;

• Elaborar um plano de estudos semanal, organizando os conteúdos que serão estudados;

• Não deixar as lições de casa para o dia posterior, aproveitando que o conteúdo ainda está “fresco” na mente;

• Programar o horário de estudo para os momentos em que estiverem mais atentos e dispostos. Evitando que sejam realizados em momentos de sono e cansaço, fatos que podem prejudicar o desempenho.

• Fazer pesquisas buscando diferentes referências, como revistas, jornais, filmes entre outros, para realizar a atividade que foi proposta.

• Refazer os exercícios que errou ou apresentou dificuldades;

• Descobrir as melhores técnicas de memorização para estudar (esquemas, falar em voz alta, dramatizar, estudar em grupos, entre outros).

• Reconhecer as áreas que apresenta dificuldade, dedicando um tempo maior de estudo;

• Preparar o material escolar antecipadamente, verificando os livros e cadernos que irá utilizar.

• Envolver na vida escolar do filho. Perguntar a ele o que aprendeu e como isso pode ser importante na vida dele.

• Dê o exemplo. Leia livros, jornais, ouça música, veja filmes e espetáculos de qualidade.

• Mostrar para seu filho que ele é capaz de solucionar problemas, dando a ele a capacidade de buscar sua independência.

• Não pressionar nos estudos, fiscalização intensa não funciona. Ensine a ter responsabilidade, pois seu filho não o terá pelo resto da vida.

• Antes de recorrer a aulas de reforço escolar, veja se o jovem é capaz de superar a deficiência sozinho.

No ambiente escolar:

• Prestar atenção na aula, bem como participar e perguntar sem medo quando apresentar dúvidas;

• Aproximar de um professor, pesquisador ou profissional que domina a área pela qual tem interesse de seguir carreira.

• Fazer as avaliações com calma e atenção.

• Não deixar questões em branco nas avaliações, buscando registrar, mesmo que seja mínimo, o seu conhecimento.

Conscientizar sobre o quanto o estudo é necessário para todo indivíduo, que nunca uma pessoa deve desistir de estudar e incentivar aqueles que não estudam. Colocar o estudo como parte da rotina deles, fazendo-os entender que é uma necessidade do ser humano.