Presenciar uma criança organizando seus brinquedos, servindo um prato de comida, enchendo um copo d’água, trocando de roupa, tomando banho, dentre várias outras coisas, é muito interessante. Podemos notar o quanto se envolve, buscando várias tentativas para conseguir o que deseja.

Existem pais que superprotegem tanto os filhos que eles não conseguem adquirir espaço para crescer e tornar-se independentes, muitas vezes até manifestam a vontade de fazer por si só, mas onde os adultos não permitem.

As facilidades proporcionadas por uma babá que os acompanha o dia todo, fazendo todas as suas vontades, pode atrapalhar o seu desenvolvimento, fazendo com que acostumem à situação cômoda de receber tudo nas mãos ou sempre ter alguém para trocar suas roupas, lhes dar banho, pentear seus cabelos, tornando-as preguiçosas e desinteressadas para essas tarefas.

É claro que uma criança deve receber afeto, carinho e cuidados, fundamentais para crescerem com bons tratos, mas em excesso podem prejudicar a sua formação enquanto pessoa.

Além disso, vemos pais criticando os filhos por não fazerem as coisas direito, no mesmo nível de perfeição dos adultos, deixando-os inibidos e sem coragem para tentar e arriscar.

O interessante é que as crianças, quando forem realizar alguma atividade que exija maiores cuidados, estejam acompanhadas de um adulto, que vá as orientando passo a passo, até que consigam fazer sozinhas.

Devido às modernidades do cotidiano, é bom lembrar que as crianças sempre são convidadas para passear na casa de amigos, irem a festinhas de aniversários, ao cinema, onde irão precisar de determinada independência. Quando não a possuem, podem manifestar insegurança para saírem sozinhas de casa.

Os filhos caminham para onde os pais lhes permitem ir. Se não lhes ensinam a escovar os dentes, não saberão fazer na casa de um amiguinho; se não lhes permitem comer sozinho, não vão conseguir comer sem derramar os alimentos; se não ensinam a atravessar a rua, poderão sofrer acidentes com maior facilidade, estando sempre na dependência de outras pessoas.

É bom incentivar os pequenos a se virarem sozinhos, para que criem condições de se tornarem independentes, além de irem adquirindo novas destrezas e aprendizagens para a vida.

Fonte: Brasil escola

Como estimular a leitura.

A educação e sua qualidade estão ligadas diretamente à leitura, alunos e pessoas em geral que têm o hábito de ler são mais instruídas e informadas em relação a diversos temas.

Além disso, escreve bem quem lê bastante, no Brasil as pessoas são desprovidas de oportunidades e informação acerca da importância da leitura, acima de tudo, isso é uma questão cultural.

Diante da realidade negativa quanto à incidência de leitura pelas pessoas, cabem aos pais e professores orientar e buscar maneiras que incentivem a sua prática. A seguir algumas sugestões que podem motivar ou estimular a leitura.

– Criação de um espaço específico para leitura na escola, especialmente direcionado para alunos do ensino infantil e fundamental.

– Implantação de uma biblioteca construída com a participação dos alunos e acompanhamento do mediador, no caso, o professor. O trabalho de montagem da biblioteca pode ficar por conta dos alunos em todas as etapas, como catalogar o acervo e organização dos mesmos. Os textos que vão compor a biblioteca devem ser ecléticos, ou seja, devem abordar diferentes temas e assuntos, além de diversificar quanto ao estilo (jornalístico, crônicas, científicos, bulas, publicitários, parlendas, adivinhas, cantigas, oriundos de livros, revistas, jornais, periódicos, gibis entre outros). É importante que o acervo permaneça acessível às crianças.

– Abrir espaços para que os alunos apresentem as idéias acerca do conteúdo das obras lidas, essas podem ser expressas oralmente e também através de figuras, desenhos, pinturas, esculturas e muitas outras.

– Implantação de projetos sobre leitura, elegendo alunos escritores, receber nas dependências da escola o autor de um livro do qual os educandos já leram uma obra.

– Confeccionar um mural onde se coloca notícias em forma de jornal, as informações devem ser oriundas do ambiente escolar.

– Conscientizar os alunos de que a leitura deve ser algo diário e indispensável, assim como beber água, praticar esportes, academia entre outras atividades cotidianas.

– Criar na escola o “clube da leitura”.

– Em casa os pais devem realizar leitura junto com os filhos para que esses vejam a prática como algo que faz parte de sua rotina, e assim tome gosto pela mesma.

 

 

 

 

Fonte:  educador brasil escola

Formar bons filhos e alunos é uma tarefa difícil, porém não é impossível. O que dificulta é a falta de preparo principalmente dos educadores em orientar os pais e conseqüentemente dos pais em orientar seus filhos.

Ou seja, é um efeito dominó no qual deve acontecer uma sincronia entre todos os elementos, pois qualquer deslize pode provocar a queda de todos, ocasionando o fracasso em relação ao que lhes é de responsabilidade.
A real preocupação é de como os pais devem proceder de forma que o filho realize as lições de casa de forma proveitosa.

Vocês enquanto pais ou responsáveis acreditam que orientam seus filhos de forma positiva contribuindo para o desenvolvimento ideal das lições de casa?
Será que na posição de educador já parou para refletir a respeito da existência de condutas adequadas que devem ser seguidas de forma que venham propiciar o sucesso do seu aluno?

Segundo pesquisas realizadas, boas novas chegam para pais e educadores. Baseado em um levantamento com adolescentes, a maioria dos jovens de hoje mostra interesse significativo em relação aos estudos e questiona a qualidade de ensino, fator relevante para pais e educadores que demonstram a nova determinação da atual geração de estudantes.

Ressalta-se que o bom desempenho de um aluno depende em primeiro lugar da motivação, mais do que da capacidade intelectual.

Levando em conta a importância de orientar o aluno para obter um bom desempenho nos estudos, tanto na sala de aula quanto no ambiente escolar, segue uma lista contendo dicas que podem auxiliar pais e educadores a contribuir para tal sucesso.

No ambiente familiar:

• Escolher um bom local de estudos, de preferência ventilado, claro, com luz natural, sem barulhos e distrações;

• Elaborar um plano de estudos semanal, organizando os conteúdos que serão estudados;

• Não deixar as lições de casa para o dia posterior, aproveitando que o conteúdo ainda está “fresco” na mente;

• Programar o horário de estudo para os momentos em que estiverem mais atentos e dispostos. Evitando que sejam realizados em momentos de sono e cansaço, fatos que podem prejudicar o desempenho.

• Fazer pesquisas buscando diferentes referências, como revistas, jornais, filmes entre outros, para realizar a atividade que foi proposta.

• Refazer os exercícios que errou ou apresentou dificuldades;

• Descobrir as melhores técnicas de memorização para estudar (esquemas, falar em voz alta, dramatizar, estudar em grupos, entre outros).

• Reconhecer as áreas que apresenta dificuldade, dedicando um tempo maior de estudo;

• Preparar o material escolar antecipadamente, verificando os livros e cadernos que irá utilizar.

• Envolver na vida escolar do filho. Perguntar a ele o que aprendeu e como isso pode ser importante na vida dele.

• Dê o exemplo. Leia livros, jornais, ouça música, veja filmes e espetáculos de qualidade.

• Mostrar para seu filho que ele é capaz de solucionar problemas, dando a ele a capacidade de buscar sua independência.

• Não pressionar nos estudos, fiscalização intensa não funciona. Ensine a ter responsabilidade, pois seu filho não o terá pelo resto da vida.

• Antes de recorrer a aulas de reforço escolar, veja se o jovem é capaz de superar a deficiência sozinho.

No ambiente escolar:

• Prestar atenção na aula, bem como participar e perguntar sem medo quando apresentar dúvidas;

• Aproximar de um professor, pesquisador ou profissional que domina a área pela qual tem interesse de seguir carreira.

• Fazer as avaliações com calma e atenção.

• Não deixar questões em branco nas avaliações, buscando registrar, mesmo que seja mínimo, o seu conhecimento.

 

 

Fonte: educador brasil escola

É um fato observado por educadores: ter uma perspectiva de futuro é a forma mais eficaz do jovem compreender que vale a pena investir nos estudos no momento presente. Por isso, a importância dos pais contribuírem para despertar em seus filhos esta visão. É a famosa construção de um projeto de vida, no qual ele vislumbra qual atuação profissional lhe atrai e que estilo de vida ele pretende adotar. Vale ressaltar, no entanto, que sonhar em ter uma profissão que lhe permita ter uma casa na praia, viajar para o exterior ou viver confortavelmente, como muitos jovens fazem, é só o começo de tudo. Desenhar um projeto de vida é estabelecerobjetivos a curto, médio e longo prazo, como querer se formar numa faculdade, adquirir um bem, casar. Metas que simplesmente terminam quando alcançadas e que podem até trazer frustrações, por parecem sem sentido depois de conquistadas. Já ter um projeto vital é algo maior, que talvez se passe a vida inteira buscando realizá-lo: por exemplo, quero constituir uma família e ser um bom exemplo para os filhos, ter um lar equilibrado; quero colocar minha atuação a serviço da sociedade e trabalhar para fazer com o que o mundo se torne um pouco melhor etc.

O melhor, então, é ampliar as perspectivas dos filhos, ajudando-os a enxergar além dos benefícios diretos de se construir uma carreira e trabalhando valores maiores, como transformação social, inclusão, solidariedade. Os especialistas admitem que esta é uma tarefa complexa. Estamos diante de uma sociedade de valores invertidos, muito voltada para o consumo e não para um posicionamento ético. São conceitos passados em novelas, propagandas, pela mídia. Por isso mesmo nos tempos atuais os jovens precisam ainda mais desta ajuda dos pais na construção de sua perspectiva futura. É algo difícil porque a vida moderna foi reduzindo os momentos de convivência entre pais e filhos, os adultos chegando ao final do dia de trabalho sem ânimo para conversar. A escola, que também tem um papel fundamental neste processo, se tornou conteudista e pouco ajuda. Os pais precisam vencer o cansaço se envolverem com seus filhos e também cobrar que a escola cumpra seu papel, ajudando neste processo.

Veja como ajudar seu filho a construir uma visão positiva do futuro, com as dicas dos dois especialistas entrevistados. Todas as recomendações têm algo em comum: para serem viáveis, precisam de muitos momentos dedicados à conversa.

 

1- Ajudar no planejamento:

Seu filho externou o desejo de conhecer o mundo? Então que tal descobrirem juntos as opções de carreira que podem levar a isso (como diplomata, relações internacionais); listarem quais as habilidades estas carreiras exigem e como é possível desenvolvê-las? Se a filha sonha em ter uma doceria, vale conversar sobre a importância de se entender mais sobre o que envolve a administração de um empreendimento. Mantendo o tom motivador, os pais devem ajudar seus filhos a pensarem nas ações necessárias para se concretizar o que se deseja, como se é preciso aprender um idioma, por exemplo. Vale, também, identificarem obstáculos que precisam ser superados ressaltando que eles compensarão; às vezes, o jovem não é afeito à informática por exemplo, mas a análise mostra que ter este conhecimento é importante; ele chegará a conclusão de que vale o esforço.

 

2- Não desmotivar:

Os pais não devem se tornar agentes de desmotivação e “matar” o sonho do filho, mesmo que ele apresente uma visão fantasiosa de seu futuro ou que pareça inalcançável. Ao contrário, a mensagem deve ser sempre para impulsioná-lo. Meu pai sempre me dizia: ‘filho, se você quiser, vai conseguir realizar. Pode ser que tenha que se dedicar um pouco mais, estudar um pouco mais, mas vai conseguir’. É esta a função dos pais: ajudar os filhos a cultivarem seus sonhos e também dar ‘uma regadinha’ de vez em quando para ajudar, perguntando de quando em quando se o filho evoluiu na ideia que tinha, como está pensando em realizar etc.

 

3- Estimular a busca pelo vital:

Seja qual for o desenho do projeto de vida de seu filho, os pais devem estimular, em suas conversas sobre como desenvolvê-lo, a busca do conceito de “projeto vital”. É levar à reflexão sobre o que mais aquele projeto de vida trará, além de uma carreira profissional ou estabilidade financeira. É importante conversar sobre qual a função social daquela atuação e como desempenhá-la será recompensador do ponto de vista da realização pessoal.

 

4- Deixar seu filha aberto para possíveis mudanças de rumo:

É importante o jovem entender que ele provavelmente irá reorganizar o projeto de vida várias vezes, ajustando-o às oportunidades e adversidades que encontrará.

 

5- Ressaltar que todos têm um papel importante na sociedade:

Esta é uma tarefa para envolver família e amigos. É importante criar oportunidades para que avós, tios e demais pessoas próximas à família comentem sobre como o que fazem contribui para a sociedade. O jovem precisa entender que não existe profissão ou atuação melhor que outra. Todas têm sua função social. O gari, por exemplo, é fundamental para termos uma cidade limpa e organizada, com o recolhimento de lixo.

 

6- Mostrar que ainda há muito o que fazer pelo mundo:

A geração atual nasceu em uma época de democracia, liberdade sexual, mulheres no mercado de trabalho, estabilidade econômica e tantas outras conquistas pelas quais gerações anteriores lutaram. Isso pode gerar uma falsa sensação de que já não há pelo que se mobilizar. Os pais devem mostrar que há inúmeras mudanças que precisam ainda ocorrer; ressaltando as enormes desigualdades sociais, os conflitos armados, o esgotamento dos recursos naturais e a intolerância de pensamento que existem no mundo.

 

7- Ampliar a visão de mundo e de realidade do seu filho:

Ter conhecimento de realidades de vida diferentes da sua pode ajudar o filho a se identificar com alguma “causa”, motivando-o ainda mais a seguir com seu projeto de vida ou a encontrar um. A família pode fazer isso se envolvendo em ações sociais como se voluntariando para visitas a crianças hospitalizadas, por exemplo. Entender que existem crianças que precisam de um transplante de coração, por exemplo, pode motivá-lo a pensar em campanhas de doação de órgãos, querer estudar para aprimorar o funcionamento de um coração artificial ou ainda pensar em formas de alegrar o tempo que os pequenos passam no hospital.

 

8- Lembrar que é possível começar já:

Vale destacar que o projeto vital é algo que começa tão logo se proponha pensar nele. Os pais devem motivar seu filho, perguntando o que ele enxerga que pode começar a fazer desde já para construí-lo. Um jovem que tenha a defesa do meio ambiente como princípio pode e deve tomar atitudes coerentes, como não jogar papel em via pública, fazer uso racional da água, mobilizar os amigos para limpar uma praça etc.

 

9- Reforçar que momentos desfavoráveis passarão:

É claro que vários aspectos do presente podem atrapalhar a criação de uma visão positiva do futuro, como uma crise familiar seja por dificuldades financeiras, separação dos pais, reprovação escolar ou morte de um parente ou amigo querido. Nestes momentos é preciso mostrar que dificuldades podem ser superadas, e mesmo que alterem o projeto de vida inicial, atrasando algum objetivo de curto prazo, não devem comprometer o projeto vital. O ideal é exemplificar com casos conhecidos de pessoas próximas que passaram por situações complicadas, mas que conseguiram dar a volta por cima e seguir em frente.

 

 

 

Fonte: educar para crescer

Não é preciso ser uma Sherazade e tecer histórias fantásticas e mirabolantes para atrair a atenção de um ouvinte atento por 1001 noites. Nem é preciso ser Dona Benta para conseguir fazer uma criança ficar vidrada em suas histórias. Contar histórias deve ser um ato do cotidiano, espontâneo, que todos fazemos a todo o momento. Mas muitos pais ainda ficam envergonhados ou não se sentem confiantes o suficiente para investir nesse passatempo tão educativo. “Todos nós somos bons ouvidores de história só precisamos de incentivo para sermos também bons contadores.

Entre esses incentivos, vale ressaltar um que mostra o quão acessível e simples é a narração: “como vem da tradição oral, você não precisa saber ler para poder contar histórias. Você pode simplesmente transmitir aquilo que você viveu”, diz Carla Passos, atriz e arte-educadora do Instituto Brincante.

Listamos outras dicas para ajudar os pais a se soltarem e exercerem a habilidade natural que todos temos de contar histórias:

1- Não fique encalhado:

Já dissemos e não cansamos de repetir: todo mundo sabe contar histórias. O cravo brigou com a rosa, debaixo de uma sacada. Isso já é uma história. Pode – e deve – ser contada para uma criança desde os primeiros meses de vida. “Se a gente entende que a narrativa faz parte da comunicação entre as pessoas, ela já começa quando a mãe está trocando a fralda da criança e fala ‘ah, o nenê brincou hoje, né? Lembra quando a gente foi na vovó e o gato pulou o muro? Ou seja, comece falando do cotidiano, contando o que aconteceu com você durante o dia. Sem ficar estipulando regras ou pensando muito.

Lembre-se que não é preciso um dom superior ou habilidades de um ator profissional. Respire fundo e faça uma intenção para você mesmo: tirar todas aquelas coisas que aprendeu que são pedagógicas. Deixe de lado todo tipo de ‘tem que ser assim’, ‘precisa ser’ e disponha-se para o encontro.

 

2- Inspire-se nos velhos tempos:

Lembra-se de quando a vovó sentava na cadeira de balanço na varanda, no final da tarde, e começava a falar dos apuros que passava para encontrar o vovô quando eles começaram a namorar? Ou quando o tio falava sobre aquela lenda da família e de como eles foram parar ali naquelas terras? O poeta russo Kornei Chukovski dizia que nós transmitimos para as crianças as histórias que mais gostávamos na infância. Ou seja, que eram as crianças de ontem que escolhiam as histórias que as crianças de hoje ouvem. Que tal começar, portanto, recordando essas lembranças?

A narração é um trabalho com a memória também. Você vai contar aquilo que você lembra de uma forma diferente de outra pessoa. Cada um tem o seu jeito de contar histórias.

 

3- Abuse nas Onomatopeias, gestos e expressões:

Usar onomatopeias, sons e gestos durante a narração ajudam a chamar atenção da criança e denotam a mudança na voz que ocorre quando é contada uma história, já que a criança só encontra os pais com uma voz monótona. “O gato (miau) entrou na sala com um pulo muito alto (uau!)… e a vovó tomou um susto! (epa!)”. Todos esses pequenos ruídos de expressão estão presentes na comunicação da criança – e ela adora isso.

A voz que contamos a história é completamente diferente. É uma voz que se dispõe a brincar, a rir, a sonhar junto com a criança, a tentar imaginar aquilo que está sendo traduzido na história.

 

4- Tenha boa vontade:

Não adianta chegar cansado e usar a narração de história apenas como uma obrigação. É preciso estar disposto a fazer uma narração de história intencionada. O pai precisa encontrar o prazer de ler e se descobrir um contador de história.

Daí a importância de escolher um momento certo, algo que professora do Centro de Educação da UFSC Gilka Girardello pontua como “ritual”: “pode ser antes de dormir, quando a criança está deitada; quando a leva à escola; quando está desenhando… enfim, encontre um momento mais adequado para vocês dois se conectarem nessa atividade”.

E não se esqueça: o momento de contar histórias deve ser um momento de diversão – para o pai e para o filho!

 

5- Use o que você tem ao redor:

Dá para contar histórias sem adereços? Não sei tocar nenhum instrumento, posso fazer uma narração? Tenho vergonha de pintar a cara, consigo contar histórias para o meu filho mesmo assim? Sim para todas as respostas.

Tem gente que lida muito bem com bonecos, objetos; tem gente que caminha mais para a linha do teatro; tem gente que se der um pandeiro na mão faz milagre. Então, é testar. A primeira coisa é entender que não existe isso de ‘ah, eu não sei contar’.

Não precisa saber tocar pandeiro ou fazer mímica. Você pode só pegar o lençol da cama ou a colher mais próxima na mesa do jantar e usar a imaginação para passar a sua voz para o novo personagem que acaba de inventar. Para isso, é preciso deixar que as ideias venham e se dispor a olhar ao que há à sua volta para usar no momento.

Temos ferramentas dentro de casa para estar a serviço dessa narração de história que deixa tudo muito mais interessante. Não tenha medo de usá-las.

 

6- Ouça seu filho:

Permita-se abrir para a troca, responder às reações do seu filho durante a narração e aceitar suas sugestões e contribuições. Faça do contar histórias um momento de troca e – por que não? – de aprendizado.

Uma criança pequena é uma oportunidade de enriquecermos a nossa vida. Pais e mães que não conhecem muitas histórias podem aproveitar esse momento único para conhecer livros e começar também a participar dos enredos, para enriquecer eles mesmos a sua própria vida imaginária, a sua vida emocional.

 

 

 

Fonte: educar para crescer

O cérebro de um bebê precisa de amor e estímulo para se desenvolver. E é por isso que o primeiro ano explica quase tudo o que somos. É essa constatação que a matéria de capa da edição brasileira de janeiro de 2015 da revista National Geographic busca explicar, mostrando o avanço dessas pesquisas com a utilização de novos equipamentos voltados para a visualização do cérebro infantil, para desvendar como o cérebro da criança se desenvolve em termos de aprendizagem.

No nascimento, o cérebro conta com quase uma centena de bilhões de neurônios e, conforme o bebê cresce e vai sendo estimulado, esses neurônios vão se relacionando, chegando a centenas de trilhões de conexões aos três anos de idade. E quanto mais se usa uma determinada conexão, mais a mielina (material isolante das fibras nervosas) vai se engrossando, fazendo com que os impulsos elétricos passem com mais rapidez. Já aqueles que não são usados com muita frequência acabam sendo cortados. Isso ocorre principalmente entre a fase de um a cinco anos de idade e durante a adolescência.

Veja abaixo o que as pesquisas relatadas na matéria, de autoria de Yudhijit Bhattacharjee, descobriram, ou leia a matéria completa no site da National Geographic:

 

1. Quanto mais o vínculo, maior o QI:

A matéria começa falando sobre o estudo da pesquisadora Hallam Hurt, realizado na Filadélfia e divulgado em 2010. Ela começou estudando recém-nascidos de mães viciadas e como isso afetava o desenvolvimento deles. Ao comparar com as crianças de mães que não usavam drogas, constatou que os bebês de mães viciadas tinham mais propensão a ter QI menor, apesar de se mostrarem fisicamente perfeitos. Continuando o acompanhamento dessas crianças, que viviam em condições de pobreza, fazendo visitas às suas famílias, ela percebeu que as crianças que recebiam em casa mais atenção e cuidados tinham mais probabilidade de ter QI mais alto, apesar de crescerem nas mesmas condições socioeconômicas. Mais do que isso, ela constatou que os estímulos que essas crianças receberam até os quatro anos de idade foram determinantes para o desenvolvimento das dimensões do hipocampo, região do cérebro ligada à memória.

 

2. O bebê já pode reconhecer regras gramaticais:

O experimento da neurocientista cognitiva Judit Gervain, da Universidade Descartes, em Paris, constatou-se que o cérebro do recém-nascido já tem em sua parte neural o que é necessário para aprender a língua desde quando ele nasce. Ou seja, que os bebês já começam a aprender as regras gramaticais desde tenra idade. Em seu estudo, foi realizada a visualização do cérebro do bebê enquanto ele ouvia sequências sonoras. Percebeu-se que as áreas do cérebro encarregadas do processamento da fala e da audição conseguiam distinguir as diferentes sequências.

O desenvolvimento da capacidade linguística dos bebês também foi objeto de estudo da neuropsicóloga Angela Friederici e outros pesquisadores do Instituto Max Planck de Pesquisas Cognitivas e Neurológicas, na Alemanha. Os recém-nascidos de quatro meses eram expostos a frases faladas em línguas pouco familiares construídas de diferentes formas, por exemplo: “o irmão pode cantar” e “a irmã está cantando”. Depois, variações dessas frases eram escutadas pelos bebês, até mesmo com erros gramaticais. Constatou-se que, depois de ouvirem algumas sequencias, os bebês passaram a exibir padrões de atividade neural muito distintos daqueles de quando ouviam as frases incorretas. Isso comprovou que as crianças conseguem entender erros gramaticais já aos dois anos de idade e que durante esse período o vocabulário delas cresce sem parar.

 

3. Estímulo e apego são essenciais para o desenvolvimento integral:

O aumento do vocabulário só é possível com o florescimento de novas conexões entre os neurônios. Mas isso não acontece de forma automática: é preciso estímulo. Em um experimento dos psicólogos infantis Todd Risley e Betty Hart com 42 famílias de todas as classes sociais, eles constataram que as crianças de famílias mais pobres ouviam menos da metade de palavras especificamente dirigidas a elas que as crianças oriundas de famílias mais ricas. Essa diferença de estímulo acabava por afetar os testes de inteligência das crianças, ao redor dos 3 anos, e se refletiam no desempenho escolar, como constatado quando elas tinham por volta dos 9 anos.

Outra pesquisa, da neurocientista Patricia Kuhl, da Universidade de Washington, em Seattle, deu um passo além: não é qualquer estímulo que vale, mas sim o do pai, da mãe, do cuidador. Isso porque, em seu experimento, com bebês de nove meses, ela constatou que havia uma diferença entre expor mais palavras aos bebês por meio de interações humanas ou pela tecnologia (televisão, rádio, celular). Daí a sua hipótese de que o contato social é um portal para o desenvolvimento linguístico, cognitivo e emocional.

O estudo que coroa a ideia da importância do vínculo e dos estímulos foi o desenvolvido com crianças que foram abandonadas em orfanatos ucranianos, onde eram negligenciadas, pelo psiquiatra Charles Zeanah, da Universidade de Tulane, pelo psicólogo do desenvolvimento e neurocientista Nathan Fox, da Universidade de Maryland, e pelo neurocientista Charles Nelson, da Universidade Harvard, nos anos 2000. No começo, eles constataram que o cérebro dessas crianças tinham sinais de atividade mais baixo que os de crianças da mesma idade na população geral, além de outros distúrbios de comportamento.

Com o passar dos anos e ao separar as crianças em dois grupos, um que foi viver em lares adotivos e outro que permaneceu nessas instituições, eles notaram que as que mudaram de ambiente, aos oito anos, conseguiram alcançar o padrão de atividade cerebral equivalente ao de outras crianças da mesma faixa etária. Já as que permaneceram nos orfanatos não. “No princípio da vida, há no cérebro plasticidade suficiente para que as crianças superem as experiências negativas”, diz. Claro, se estiverem em ambientes cheios de estímulo e apego.

 

Além dessas informações, a reportagem também reforça a importância do reforço positivo nos elogios, de ensinar autocontrole para as crianças, de reduzir o estresse dos pais e da criança, de brincar e, claro, do vínculo.

 

 

 

Fonte: Educar para crescer

A palavra “sustentabilidade” está na moda, mas pouca gente entende seu significado e importância. O tema envolve questões ambientais, sociais, culturais, econômicas e muito mais. Quando tratamos da defesa da natureza estamos falando de uma parte apenas da questão. Mas ela não deixa de ser relevante – principalmente quando boa parte da população vive em cidades industrializadas, distante de grandes áreas verdes e animais silvestres.

Tenha em mente que tudo no planeta é interligado. Todos nós dependemos de ambientes naturais saudáveis para sobreviver. São eles que garantem, por exemplo, água e ar de qualidade, parte dos alimentos e dos princípios ativos de muitos medicamentos, além de matérias-primas como madeira e minérios. Mas estão sendo destruídos em ritmo acelerado por conta da população humana urbana, que cresce consumindo recursos naturais de maneira predatória – impedindo a natureza de repor seus recursos e privando a atual e as futuras gerações de terem qualidade de vida.

Para ajudar a reverter esse quadro, são necessárias mudanças em nossos estilos de vida. Todos fazem a diferença quando o assunto é cuidar do planeta. Que tal começar em casa envolvendo seu filho?

“É muito importante incluir as crianças, especialmente porque elas costumam ter mais facilidade que os pais para fazer algo novo”, diz Rafaela Aparecida da Silva, educadora ambiental e doutoranda em Ecologia e Biodiversidade pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Rio Claro. Ela enfatiza que também é importante a criança entender o porquê de determinado hábito e escolha, para realmente incorporar o aprendizado.

Confira abaixo algumas sugestões de como você pode educar seu filho para cuidar do meio ambiente:

 

1. Estimule o interesse pela natureza:

É importante que seu filho tenha contato com diferentes seres vivos e paisagens naturais, para estimular a sensibilidade ambiental e a ideia de que tudo está interligado.

Este é o primeiro passo para a respeitar o meio em que se vive: desenvolver o interesse pelo assunto. Seu filho precisa ter oportunidades para brincar e explorar ambientes ao ar livre. “O contato da criança com a natureza faz com que ela desenvolva a ideia de que também pertence e está conectada a ela”, enfatiza a educadora ambiental Rafaela Aparecida da Silva.

Para isso, não há necessidade de ir longe. O quintal ou jardim de casa já abriga uma grande variedade de seres vivos, como insetos, aves e plantas. Estimule seu filho a prestar atenção em pequenos detalhes, como o formato das folhas, rastros e pegadas e a vida existente embaixo de uma pedra. Vocês também podem plantar as sementes de frutas que consomem nas refeições. Caso não tenha uma área verde em casa, plante em vasos e cuide das plantinhas com a ajuda do seu filho.

Vocês também podem frequentar parques e praças da cidade. Que tal adotarem uma árvore? Há também jardins botânicos, aquários e zoológicos para vocês explorarem inúmeros assuntos de biodiversidade e meio ambiente.

Caso você esteja planejando uma viagem de fim de semana ou de férias mais prolongadas, o que acha de dar preferência a destinos ecológicos? Também opte por um turismo sustentável, que beneficia o meio ambiente e as comunidades que sua família visitar.

 

2. Decida o que é relevante:

Não adianta querer mudar todos os hábitos da família de uma só vez. Comece aos poucos, lembrando que viver de maneira mais saudável não deve ser sinônimo de sacrifício.

É importante frisar que quando se trata de crianças, o melhor é focar em poucos assuntos e avançar sem pressa.

“Para não desestimular, dê atenção às coisas cotidianas e palpáveis em um primeiro momento, como fechar a torneira enquanto escova os dentes”, sugere a educadora ambiental Rafaela Aparecida da Silva.

Com o tempo, você vai descobrir os assuntos que mais atraem a atenção do seu filho. Isso vai ajudar a aprofundar a conversa em torno de temas mais abrangentes, como a poluição do rio que passa perto da casa de vocês.

 

3. Reflita sobre seu modo de consumir:

Quando você compra algo, pensa se realmente precisa dele, sobre como foi produzido e como vai descartar quando não quiser mais? Faça reflexões desse tipo com seu filho, para evitar o consumismo e o desperdício.

Sustentabilidade também envolve levar em conta os impactos – negativos e positivos – que qualquer ato de consumo gera no meio ambiente e na comunidade.

Há produtos no mercado, como os orgânicos e os ecologicamente corretos, que procuram promover melhores práticas de trabalho, fazendo bom uso da terra e utilizando matéria-prima legalizada. Vale a pena sempre observar certificações e selos de qualidade e eficiência. E nunca se esqueça de explicar as razões de determinada escolha para seu filho. Exercite um consumo consciente em casa.

 

4. Evite desperdício:

Pequenos hábitos fazem uma grande diferença: fechar a torneira enquanto escova os dentes ou lavar louça, usar lâmpadas eficientes como as de LED, evitar banhos demorados e consertar vazamentos.

Há muitas maneiras de se economizar especialmente energia e água. Percorra a casa junto com seu filho, anotando tudo que pode ser mudado. Faça as alterações aos poucos, como tirar da tomada os aparelhos que estão em standby, configurar o computador para desligar a tela ao invés de usar um protetor de tela quando não estiver em atividade, coletar a água da máquina de lavar para enxaguar a cozinha, entre outras.

Descobrir também de onde vêm a água e a energia da sua casa vai ajudar a sua família a entender porque é importante evitar o desperdício. No Brasil, o abastecimento de ambas costuma ter relação com barragens e represas, que causam impactos ambientais significativos com a inundação de grandes áreas de mata, desvio do curso de rios e o deslocamento de comunidades tradicionais.

Evite o desperdício de alimentos. Quando for cozinhar, aproveite o máximo que conseguir de todas as partes, incluindo talos e cascas dos vegetais, que normalmente são descartados. Crie novas receitas com a ajuda do seu filho!

 

5. Separe o lixo e incentive o reúso:

Reciclar economiza o bolso e o planeta! Você pode estimular seu filho a descartar adequadamente o lixo de casa – separando o reciclável e reutilizando material orgânico como adubo para plantas.

Comece explicando ao seu filho que a reciclagem é uma maneira de evitar o desperdício com o reaproveitamento de alguns materiais, além de economizar energia e matéria- prima para a produção de novos itens. Esclareça quais materiais podem ser reciclados, e onde eles devem ser descartados. Lixeiras coloridas para os diferentes materiais (plástico, papel, vidro) são uma boa opção para despertar o interesse do pequeno.

Quanto à matéria orgânica, é possível utilizá-la como adubo para as plantas. Uma maneira divertida é ter uma composteira, com ou sem minhocas em casa. Mas atenção: ambas dão trabalho! É preciso cuidar direitinho para que a composteira não vire lugar de bichos, como drosófilas, e acabar cheirando mal. Lembre-se que lixo reciclável é lixo seco e deve-se mantê-lo limpo quando separado.

E que tal descobrir para onde o lixo vai? Vocês dois podem conversar com catadores de lixo, visitar cooperativas de reciclagem ou aterros sanitários para entender a importância da destinação correta dos resíduos.

Incentive seu filho a fazer o reúso de materiais, como usar os dois lados de uma folha de papel ou criar um brinquedo de sucata. Dê também preferência a materiais já reciclados na hora das compras. Há muitas opções no mercado. Escolha produtos com poucas embalagens – para gerar menos resíduo – ou que estejam protegidos por papelão ou vidro, mais fáceis de reciclar do que plástico.

 

6. Troque, doe, conserte, alugue ou compre usado:

Que tal doar o material escolar antigo do seu filho para outra criança ou ajudar a organizar uma feira de trocas em sua casa ou na escola?

Exercite outras maneiras de adquirir algo de qualidade, além da compra tradicional. Há lugares como brechós onde é possível comprar roupas usadas – inclusive infantis – em bom estado e a preços camaradas. Também é possível organizar um bazar com amigos e seus filhos, e aproveitar para fazer do momento um encontro divertido.

Quanto aos brinquedos que quebram, tente consertá-los antes de descartá-los. Se o pequeno já enjoou deles, vale participar de feiras de troca de brinquedos. E que tal alugar um deles? Há lojas especializadas em consumo compartilhado entre crianças, que estimulam o desapego e a brincadeira em si – e não o objeto.

 

7. Descubra de onde a comida vem:

Dê preferência a produtos locais, para evitar especialmente custos ambientais com transporte. Visitar com seu filho produtores de alimentos da região ou descobrirem a origem do que está à venda no supermercado e na feira podem ser opções.

“Há crianças que nunca viram uma galinha ou um pé de alface, e acreditam que o leite vem da caixinha”, conta a educadora ambiental Rafaela Aparecida da Silva. Segundo ela, é importante que seu filho tenha noção de onde vem a comida, para entender os custos sociais e ambientais envolvidos em sua produção, transporte e venda.

Leve seu filho junto quando for fazer compras e tentem localizar a origem de cada um dos itens comprados com a ajuda dos rótulos e de um mapa. Visualizar as grandes distâncias que os alimentos percorrem para chegar à mesa é um bom começo para entender a importância de consumir produtos da sua região.

Feiras livres são uma opção para seu filho ter contato com produtos naturais e frescos. Vocês também podem se divertir fazendo uma pequena horta em casa. Cultive temperos em vasinhos, por exemplo. Isso mostra a importância de cuidar e se alimentar com o que vem da terra.

 

8. Ande a pé, de bicicleta ou utilize transporte público:

Carros geram muita poluição e não transportam tantas pessoas como ônibus e trem. Se o trajeto for curto, experimente andar de bicicleta ou a pé com seu filho.

É uma maneira de passarem mais tempo juntos, conversando e observando detalhes que não costumam ser vistos quando você está ao volante.

 

9. Fique atento às sugestões de seu filho:

As crianças também podem sugerir ideias inovadoras que aprendem na escola, na televisão ou na casa de amigos e acabam ajudando o meio ambiente. Esteja disposto a adotá-las em casa!

“Incorporar as sugestões da criança, além de um ato pela sustentabilidade, é também uma maneira de valorizá-la”, comenta a educadora ambiental Rafaela Aparecida da Silva.

Para isso, é importante que você se mostre disponível para ouvir seu filho, e o deixe à vontade para compartilhar uma novidade.

 

10. Mantenha-se informado:

É importante estar a par dos temas relacionados ao meio ambiente, e transmiti-los para toda a família.

A todo o momento surgem notícias com temáticas ambientais. Com o bombardeio de informação, fica difícil saber o que é prioridade e verdadeiro. Seu filho também está sujeito a isso e virá com muitas perguntas. Ninguém é obrigado a saber tudo, mas você pode aproveitar as dúvidas – suas e dele – para propor pesquisas na internet ou uma ida à biblioteca atrás dos livros adequados.

Sugira ao seu filho livros, filmes, programas de televisão, jogos e desenhos animados que também abordem assuntos ambientais. Algumas ideias: o livro O Nabo Gigante (Aleksei Tolstói) e desenhos como O Rei Leão (1994), Pocahontas(1995) e O Lorax: Em Busca da Trufula Perdida (2012).

E, por fim, que tal engajar-se em uma causa? Há muitos indivíduos e instituições que realizam trabalhos sérios socioambientais e que esperam pelo apoio da sociedade. Conversar com seu filho é um primeiro passo para descobrir com qual assunto vocês poderiam se envolver fora de casa.

 

 

 

 

Fonte: Educar para crescer

A forma de passar conhecimento, de discutir um assunto e elucidar dúvidas tem ganhado um suporte que pode acrescentar muito nos resultados do ensino, a tecnologia.
A diferença é saber usar e explorar suas várias ferramentas. A grande vantagem é que o jovem está continuadamente usando e ligado a toda parafernália eletrônica e para ele é um ambiente cada vez mais confortável e aí é o grande diferencial, a possibilidade de unir qualidade de informação e interesse pessoal.
O primeiro passo é ter acesso à ela e buscar uma contribuição direta para o ensino. Mas para isso os professores devem estar hábeis para usar as plataformas e saber expandir o conteúdo através de estratégias de aprendizagem.
Reconhecer a potencialidade que existe e trazer para sala de aula. Em muitas escolas ainda há a barreira financeira, que não permite investimento, mas algumas mudanças podem ser pontuadas. As práticas de Tecnologias de Informação e Comunicação já criam volume e profissionais tentam alertar a sua importância.

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Páscoa!!!

 

“Páscoa é dizer sim ao amor e a vida;

é investir na fraternidade;

é lutar por um mundo melhor;

é vivenciar a solidariedade.”

 

 

Valorização da história e cultura indígena do Brasil. ” Ainda que estejamos em diferentes barcos,

você no seu veleiro e nós na nossa canoa, dividimos o mesmo rio da vida” .

(Pensamento nativo americano)