Jardim II na aula de psicomotricidade

As crianças iniciam trabalhando o equilíbrio e a coordenação motora básica ao agachar, levantar, caminhar de forma a desenvolver também o cognitivo por meio da percepção motora.

Maternal I na aula de psicomotricidade

Aula de Psicomotricidade dos alunos da tia Karina do Maternal I.

As crianças estão desenvolvendo o trabalho de coordenação motora e durante a aula elas sempre se ajudam de forma carinhosa e com muita alegria. Todo o trabalho com esta turminha envolve muita ludicidade, assim elas interagem por meio das atividades motoras e brincadeiras.

Vejam algumas fotos:

O Projeto ESCOLA iniciou dia 7 de fevereiro, e finalizou no dia 12 de fevereiro, véspera do aniversário de 32 anos do Colégio Pró-futuro.

Aproveitando a culminância do projeto e a comemoração do aniversário, nossa diretora Juliene, contou brevemente a história do colégio aos alunos e em seguida, cantamos parabéns, comemos um delicioso bolo e bebemos suco.

O período do projeto foi de muitas descobertas para os alunos e de muita satisfação para os professores e funcionários do colégio.

Estudo sobre o Ambiente Escolar

Iniciamos o ano estudando sobre o ambiente escolar.

No primeiro momento, os alunos fizeram uma pesquisa de como foi o início das escolas no Brasil. Na pesquisa, surgiram nomes dos Jesuítas e Getúlio Vargas que gerou nova pesquisa sobre Quem foram. Apresentaram em sala de aula. No segundo momento, estudaram a história da escola que estudam: Colégio Pró-Futuro e fizeram entrevista com funcionários da escola com as seguintes perguntas:

  • Nome do funcionário;
  • Qual atividade realiza na escola;
  • Quantos anos trabalha na escola;
  • Se gosta de trabalhar na escola e porque;
  • E por último, pediram um conselho para os alunos.

De volta em sala, cada um apresentou sua entrevista e compararam as respostas.

Vejam algumas fotos:

Estudando a água

Os alunos do 4° ano A estão estudando que a água é um solvente universal. Com a professora Priscila, fizeram experiências em sala de aula com o objetivo de identificar os dois processos de separação de misturas: decantação e filtração! 💧💧💧
#água #Ciências #separaçãodemisturas

Falando sobre brinquedos.

Quando falamos sobre brinquedos e brincadeiras imaginamos crianças exercendo atividades lúdicas, envolvidas em harmonia e integração social.

Durante esses momentos, ou seja, quando brincam, adquirem valores, aprendem compartilhar, internalizam limites e regras, manifestam responsabilidades, etc.

Os brinquedos são instrumentos importantes para o processo educativo, pois através deles a criança passa despercebida por esse processo, transformando suas ações, seguindo exemplos de seus companheiros, arriscando-se por um objetivo final.

Na hora de comprar os brinquedos, os adultos não podem se esquecer de observar as questões de qualidade dos mesmos, o que podem oferecer e ensinar, se têm algum perigo ou não.

A infância é a base para se atingir uma vida adulta saudável. Brinquedos mal escolhidos poderão comprometer o futuro dos mesmos, pois muitos não trazem desafios, sendo mais um instrumento que leva à apatia. Escolhê-los é uma forma de mostrar comprometimento com o futuro dos pequenos, com a construção de um cenário que esteja de acordo com seus direitos.

Alguns conceitos podem ser avaliados na hora de escolher os brinquedos:

– Respeitar a idade da criança com a idade de adequação do brinquedo – muitos pais consideram os filhos pequenos gênios, oferecendo jogos que exigem uma etapa do pensamento mais avançada;

– Evitar oferecer jogos e brinquedos que não estimulam a criatividade – jogos que trazem ideias prontas não proporcionam desafios, não aguçam a curiosidade;

– Escolher brinquedos que não oferecem perigos;

– Para as crianças, o mundo real está vinculado com o imaginário, não conseguindo separá-los. Por isso acreditam nos comerciais televisivos, na apresentação de seus produtos e brinquedos;

– As relações vinculares que a criança presencia durante o brincar, os vínculos que estabelece com os brinquedos, ajudarão na construção do seu equilíbrio emocional e em suas relações afetivas;

– É importante demonstrar que ser é mais importante do que ter;

– Brinquedos artesanais estimulam mais o pensamento e a criatividade;

– Procurar não valorizar jogos de videogame ou televisão, pois o jogo, o desenho e a leitura também proporcionam prazer.

O importante é valorizar os brinquedos que possam acrescentar novas aprendizagens, agregando valores éticos para os pequenos.

Fonte:  Brasil Escola.

Os dados do Pisa, avaliação internacional de estudantes feita pela OCDE em 65 países, são desanimadores para o Brasil.

Estamos mal em todas as áreas: matemática, leitura e ciência.

Dessas, a  área científica é a que mais preocupa. É em ciência em que vamos pior — e não melhoramos desde o último Pisa, de 2009.

O Brasil em 59º lugar na lista da avaliação de ciência, atrás de países como Cazaquistão, Jordânia e Malásia.

Na tentativa de entender esses dados, a especialista da PUC-SP, Ana Lúcia Manrique, que é coordenadora de uma pós-graduação em educação matemática, fez uma pergunta bastante interessante:

“Por que os nossos alunos não querem ser cientistas?”

A especialista lembrou que a curiosidade faz parte da infância. Ou seja: o gosto pela ciência é quase natural.

O problema é que a escola no Brasil é tão ruim que acaba tendo um efeito contrário. Ao invés de se apaixonarem por ciência, os meninos e meninas acabam se distanciando dela.

A física perde a beleza da astronomia, por exemplo, e vira aplicação de fórmulas. A biologia e a química são ensinadas na lousa e giz. Os alunos não colocam a mão na massa.

Quanto menos brasileirinhos interessados, apaixonados e se dando bem em ciência, menos  engenheiros, geólogos, biólogos, oceanógrafos teremos no futuro.

E, nossa, o Brasil carece demais desses profissionais.

Não é por acaso que China, Japão e Cingapura, berço da inovação da atualidade, estão no topo da lista de desempenho dos países em educação científica.

As crianças desses países, sim, querem ser cientistas. E as nossas?

Você consegue citar, num piscar de olhos, um professor ou uma experiência que tenha marcado profundamente a sua experiência na escola? Se não consegue, não se preocupe: você faz parte de um enorme grupo de pessoas que passou por uma escola em que professor, aluno e conteúdo não conseguem se conectar.

O problema é que a educação nesse modelo simplesmente não funciona: vira um processo burocrático, árduo e complicado. Quem trata disso é a educadora finlandesa e consultora em educação Anu Passi-Rauste, especialista que conheci durante a pesquisa que estou fazendo nos EUA. De acordo com ela, a educação de qualidade é aquela que toca os alunos profundamente. Ou seja: o aluno estuda porque está motivado, emocionalmente engajado, vê lógica e utilidade naquilo que está aprendendo.

Lá na Finlândia, país com indicadores de educação invejáveis, os professores conseguem criar esse ambiente em sala de aula porque têm autonomia. Eles podem, por exemplo, decidir se vão ensinar matemática usando a lousa ou peças de lego, dependendo do perfil da turma que estão ensinando. Isso é possível porque as escolas têm recursos e os professores são altamente qualificados. Para dar aula em uma escola finlandesa é preciso ter graduação, mestrado e estágio docente. O professor ganha bem e é valorizado na sociedade. Todo mundo quer ser professor!

Em cenários adversos, como no Brasil, esse processo criativo e acolhedor em sala de aula também é possível. Já tratei disso quando contei a história da Jonilda Ferreira, professora de matemática de uma escola pública do sertão de Pernambuco que faz vaquinha e leva os alunos na pizzaria para ensinar fração. “Se não for assim, desenho fração na lousa e ninguém entende nada”, diz. Resultado? A cidade é campeã nacional em medalhas nas olimpíadas de matemática promovidas pelo Impa.

LIGAÇÃO AFETIVA

Quando conversei com os alunos da professora do Nordeste, eles demonstraram uma enorme ligação sentimental com a professora. E vice-versa. Jonilda atua como uma mentora dos seus aluninhos –o que, de acordo com a especialista finlandesa, é fundamental no processo de aprendizado. “Muita gente cita o nome de um professor específico quando pergunto sobre experiências marcantes na vida escolar”, conta.

Jonilda, claro, é exceção no Brasil. Ganha R$ 1,5 mil ao mês e conta que mal consegue pagar suas contas. Faz todo esse sacrifício por amor à educação.

A pergunta que fica: como construir um cenário educacional em grande escala de modo que todos os docentes tenham o perfil da Jonilda –com formação, estrutura e salários finlandeses?  A própria Passi-Rauste está tentando encontrar uma resposta.

A educação “personalizada” funciona na Finlândia porque lá há muito dinheiro e pouca gente (a população da Finlândia equivale à metade da cidade de São Paulo). Mas como criar escolas acolhedoras, com docentes autônomos e engajados, junto com alunos e com gestores, em um contexto em que é preciso educar mais de 50 milhões de estudantes, como é o caso do Brasil?

 

 

 

 

Fonte: abecedario

A arte de trabalhar o texto poético.

A poesia é uma forma de expressar a subjetividade, revelar os sentimentos e emoções por parte de quem a escreve. È preciso que saibamos “mergulhar” nesta profunda sensação de nostalgia que só ela nos proporciona.

Mas será que todos os alunos estão preparados para se sentirem envolvidos neste clima de encantamento? Pode ser que não, pois os mesmos preferem trabalhar com a objetividade, com algo real. Estão adaptados à revolução tecnológica que tanto assola a sociedade atualmente, onde a razão cedeu lugar para a emoção, o Ter predominou sobre o Ser.
Diante disso, o professor de literatura, de forma específica, sente dificuldade em trabalhar o conteúdo, principalmente no que se refere à leitura de obras literárias e de textos poéticos.

Durante as aulas, ele precisa despertar o interesse por parte dos alunos, mostrar que a literatura é uma arte, e como tal, é repleta de beleza, de magia e encantamento. Ler poesias valorizando a pontuação, o timbre de voz e a entonação são práticas extremamente decisivas para a obtenção do resultado almejado.
Caso contrário, a leitura passa a não fazer sentido nenhum para o aluno, a essência não é absorvida.

Dentre as práticas pedagógicas a serem aplicadas, uma ótima sugestão é a realização de um sarau de poesias aberto a toda comunidade escolar, valorizando o cenário, a iluminação do ambiente, tudo isso regado a uma música ambiente, bem condizente com o momento.
Outra sugestão é a criação de um livro de poesias sob a autoria dos próprios alunos. Não deixando de enfatizar a questão da criatividade, por se tratar de um livro, as imagens e a construção da capa são bastante relevantes.

Estas e outras práticas de ensino contribuem para diversificar a questão do ensino e da aprendizagem, como também para aprimorar o nível de interação entre os alunos, melhorando a sociabilidade, e, sobretudo, elevando a autoestima dos mesmos, pois se sentem capazes de mostrar seu instinto criativo.

 

 

 

 

Fonte: Brasil Escola.

 

Crianças – O Adulto de Amanhã.

Quando não estamos presentes na educação dos nossos filhos, logo estamos em busca de algum culpado para justificar a razão dos seus comportamentos patológicos. Mas, infelizmente para os pais, não há como justificar que o resto do mundo seja culpado de alguma coisa. Poderão criar as mais elaboradas desculpas, explicações que pareçam lógicas para um espectador alheio aos fatos, ou mesmo alegar falta de tempo, uma vez que trabalham em excesso para prover o sustento da família.

Mas, não há como fugir da realidade, e esta é simples: os pais ou tutores são os verdadeiros responsáveis pela conduta de suas crianças, afinal de contas, estas não vieram ao mundo como cães sem dono.

Se não conseguem ter tempo para cuidar delas, isso faz parte do problema criado por eles mesmos, e não há mais ninguém que seja culpado desse fato. Como podemos exigir do mundo coerência para o modo de pensar e agir dos nossos filhos, se nós mesmos nunca lhes demos isso? Uma criança, criada dentro de um lar atencioso, com pais ou tutores carinhosos, respeitadores, só por obra de um trágico e caprichoso destino, poderá ter uma mente deformada ao crescer.

As tentações do mundo lá fora, seus vícios e manias, existem primeiro dentro de nossas casas, e se manifestam para as crianças através de nossas posturas pessoais. É o modo como lidamos com tudo isso; nossa forma de expressão diante dos nossos filhos que fará toda diferença.

Essa pedagogia involuntária – supondo que os pais não tenham consciência de nada disso – é o fator que irá determinar suas futuras aspirações. E a influência lá de fora servirá apenas de complemento, referência negativa ou positiva, reforço, para os traços já adquiridos. Sendo criados em um ambiente de atenção, cuidados, compreensão e muito diálogo, nada do mundo lá fora tenderá a influenciá-los de forma negativa. Se ainda assim caírem em tentação, mais uma vez, será porque uma correta e qualificada educação preliminar não tiveram dentro de casa.

Não se trata apenas de suprir conforto e lastro material, mas antes disso, de prover atenção e respeito, afinal de contas, trata-se dos nossos filhos, uma herança que deixaremos para o mundo, uma contribuição negativa ou positiva..

Muitas vezes avalia-se o comportamento patológico de jovens que tiveram uma boa vida, com família estruturada e estável, uma boa escolaridade, pais aparentemente justos que lhes supriram com todas as necessidades materiais, e ainda assim, se desgarraram para o mundo dos excessos e delitos, se entregando às drogas ou criminalidade.

Se uma criança aprende através da imitação, logo ela precisa de um exemplo prático para que seja capaz de reproduzir. Isto é, um ou vários espelhos para se guiar, e destes, finalmente, vai tirar aquilo que de acordo com suas tendências ou não, servirão como gabarito, tutorial, para construir sua própria personalidade. Não há outra maneira, mas existem muitas formas de como tudo isso irá entrar na sua vida como força indutora.

Elas não poderão gostar das coisas lá de fora, se já não tiverem uma predisposição psicológica, uma força sugestiva, para que tais influências acabem por inspirá-las. Não se trata de atração involuntária, ou necessidade física por uma ou outra coisa do mundo, pois o que existe de concreto, é uma mente, um cérebro a deduzir, a avaliar, tudo aquilo que pode lhe proporcionar alguma vantagem, alguma compensação, ou prazer. Criança não é burra, apenas ingênua.

No cérebro, é lá dentro que estão suas memórias, suas lembranças, tudo aquilo que aprendeu a odiar ou preferir, a rejeitar ou idolatrar, e tudo isso, num primeiro momento, é incorporado de acordo com suas tendências inatas. No entanto, num segundo momento, isso ocorre à revelia do seu temperamento. E isso se aprende; tudo isso é efeito do condicionamento externo, ali não há nada sem uma origem. Há de existir um mestre, qualificado ou não, seja o que for. E tais influências não são coisas inatas, nem uma condição física que não esteja sob o domínio da vontade, como acontece, por exemplo, com uma corrente sanguínea, que flui, sem depender do nosso desejo, credo ou opinião.

A questão que fica então é essa: Como surgem as predisposições, não os traços de tendências inatas e inconscientes, mas os conscientes, tais como os desejos lúcidos, as preferências, as antipatias ou empatias que darão lastro a personalidade dos nossos filhos? Afinal de contas, eles não nascem com nada isso. Será então coisa instintiva, como é a capacidade de sentir fome e frio; ou ao contrário, isso se aprende através da imitação, de um modelo que lhes sirva de exemplo?

Para diferenciar uma coisa instintiva de outra adquirida através do hábito, é simples, basta separar aquilo que é movido pelo desejo, pela vontade, daquilo que não é. Por exemplo, sentir fome, sentir dor, chorar no berço ao sentir desconforto, e assim por diante, isso não depende de nossa vontade, ocorre à revelia do nosso querer, logo aí não há a interferência do pensamento, isso é instinto, coisa irracional, dotes da natureza primata.

No entanto, se somos capazes de escolher ou comparar, preferir ou rejeitar, então é coisa do pensamento, faz parte das memórias adquiridas, acumuladas através de nossa experiência pessoal. E essa experiência inclui as influências que assimilamos e copiamos para usar como modelo de conduta.

Perceber que os vícios do mundo, a cada geração, são repassados para seus residentes, que nesse caso são nossos herdeiros, esse deveria ser o primeiro passo. Aceitar que esse é o modo usado como gabarito para condicionar as futuras gerações é compreender a coisa, por ter constatado um fato.

Feito isso, como educadores, assim como o agricultor que pretende separar os grãos incapazes de germinar daqueles que não são, devemos avaliar e refletir sobre tudo aquilo que não mais nos serve. Aliás, até que serve, mas apenas como exemplo; exemplo de tudo aquilo que não deve mais ser replicado, ou presenteado como espólio para nossos descendentes, como até hoje o temos feito.

Não podemos mudar o mundo, e isso é tão óbvio quando o ar que respiramos, mas podemos sim, transformar o indivíduo que está sob nossos cuidados. Ele é uma entidade que irá viver nesse mundo, com todas suas distorções, e poderá ser um multiplicador de toda essa confusão, ou não. Trata-se de um processo individual, lento, mas necessário, se quisermos que, ao menos para ele, sua trajetória existencial tenha um desdobramento profícuo.

 

 

 

 

Fonte: site de dicas